Legalização do Aborto: O Aborto na visão Espírita FEB Revista Reformador


O Aborto na visão Espírita
Revista Reformador - FEB - Fev/2000 - https://goo.gl/WBRQhn

Campanha "Amor à Vida! Aborto, Não!"
I – Considerações Doutrinárias
A Doutrina Espírita trata clara e objetivamente a respeito do abortamento, na questão 358 de sua obra básica O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec:
Pergunta – Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?
Resposta – "Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando".
Sobre os direitos do ser humano, foi categórica a resposta dos Espíritos Superiores a Allan Kardec na questão 880 de O Livro dos Espíritos:
Pergunta – Qual o primeiro de todos os direito naturais do homem?
Resposta – "O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal".

Início da Vida Humana

Para a Doutrina Espírita, está claramente definida a ocasião em que o ser espiritual se insere na estrutura celular, iniciando a vida biológica com todas as suas conseqüências. Na questão 344 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores:
Pergunta – Em que momento a alma se uns ao corpo?
Resposta – "A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante em que a criança vê a luz. O grito, que o recém-nascido solta, anuncia que ela se conta no número dos vivos e dos servos de Deus."
As ciências contemporâneas, por meio de diversas contribuições, vêm confirmando a visão espírita acerca do momento em que a vida humana se inicia. A Doutrina Espírita firma essa certeza definitiva, estabelecendo uma ponte entre o mundo físico e o mundo espiritual, quando oferece registros de que o ser é preexistente à morte biológica.
A tese da reencarnação, que o Espiritismo apresenta como eixo fundamental para se compreender a vida e o homem em tua sua amplitude, hoje é objeto de estudo de outras disciplinas do conhecimento humano que, através de evidências científicas, confirmam a síntese filosófica do Espiritismo: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei."
Assim, não se pode conceber o estudo do abortamento sem considerar o princípio da reencarnação, que a Parapsicologia também aborda ao analisar a memória extracerebral, ou seja, a capacidade que algumas
pessoas têm de lembrar, espontaneamente, de fatos com elas ocorridos, antes de seu nascimento. Dentro da lei dos renascimentos se estrutura, ainda, a terapia regressiva a vivências passadas, que a Psicologia e a Psiquiatria utilizam no tratamento de traumas psicológicos originários de outras existências, inclusive em
pacientes que estiveram envolvidos na prática do aborto.

Aborto Terapêutico


O procedimento abortivo é moral somente numa circunstância, segundo O Livro dos Espíritos, na questão 359, respondida pelos Espíritos Superiores:
Pergunta – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mão dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda? Resposta – "Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.'
(Os Espíritos referem-se, aqui, ao ser encarnado, após o nascimento.)
Com o avanço da Medicina, torna-se cada vez mais escassa a indicação desse tipo de abortamento. Essa indicação de aborto, todavia, com as angústias que provoca, mostra-se como situação de prova e resgate para pais e filhos, que experimentam a dor educativa em situação limite, propiciando, desse modo, a reparação e o aprendizado necessários.

Aborto por Estupro

Justo é se perguntar, se foi a criança que cometeu o crime. Por que imputar-lhe responsabilidade por um delito no qual ela não tomou parte?
Portanto, mesmo quando uma gestação decorre de uma violência, como o estupro, a posição espírita é absolutamente contrária à proposta do aborto, ainda que haja respaldo na legislação humana.
No caso de estupro, quando a mulher não se sinta com estrutura psicológica para criar o filho, cabe à sociedade e aos órgãos governamentais facilitar e estimular a adoção da criança nascida, ao invés de promover a sua morte legal. O direito à vida está, naturalmente, acima do ilusório conforto psicológico da mulher.

Aborto "Eugênico" ou "Piedoso"


A questão 372 de O Livro dos Espíritos é elucidativa:

Pergunta – Que objetivo visa a providência criando seres desgraçados, como os cretinos e os idiotas?
Resposta – "Os que habitam corpos de idiotas são Espíritos sujeitos a uma punição. Sofrem por efeito do constrangimento que experimentam e da impossibilidade em que estão de se manifestarem mediante órgãos não desenvolvidos ou desmantelados."
Fica evidente, desse modo, que, mesmo na possibilidade de o feto ser portador de lesões graves e irreversíveis, físicas ou mentais, o corpo é o instrumento de que o Espírito necessita para sua evolução, pois que somente na experiência reencarnatória terá condições de reorganizar a sua estrutura desequilibrada por ações que praticou em desacordo com a Lei Divina. Dá-se, também, que ele renasça em um lar cujos pais, na grande maioria das vezes, estão comprometidos com o problema e precisam igualmente passar por essa experiência reeducativa.

Aborto Econômico


Esse aspecto é abordado em O Livro dos Espíritos, na questão 687:
Pergunta – Indo sempre a população na progressão crescente que vemos, chegará tempo em que seja excessiva na Terra?
Resposta – "Não, Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio. Ele coisa alguma inútil faz. O homem, que apenas vê um canto do quadro da Natureza, não pode julgar da harmonia do conjunto."
Em O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. XXV, a afirmativa de Allan Kardec é esclarecedora: "A Terra produzirá o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando os homens souberem administrar, segundo as leis de justiça, de caridade e de amor ao próximo, os bens que ela dá. Quando a fraternidade reinar entre os povos, como entre as províncias de um mesmo império, o momentânea supérfluo de um suprirá a momentânea insuficiência de outro; e cada um terá o necessário."
Convém destacar, ainda, que o homem não é apenas um consumidor, mas também um produtor, um agente multiplicador dos recursos naturais, dominando, nesse trabalho, uma tecnologia cada vez mais aprimorada.

O Direito da Mulher


Invoca-se o direito da mulher sobre o seu próprio corpo como argumento para a descriminalização do aborto, entendendo que o filho é propriedade da mãe, não tem identidade própria e é ela quem decide se ele deve viver ou morrer.
Não há dúvida quanto ao direito de escolha da mulher em ser ou não ser mãe. Esse direito ela o exerce, com todos os recursos que os avanços da ciência têm proporcionado, antes da concepção, quando passa a existir, também, o direito de um outro ser, que é o do nascituro, o direito à vida, que se sobrepõe ao outro.
Estudos científicos recentes demonstram o que já se sabia há muito tempo: o feto é uma personalidade independente que apenas se hospeda no organismo materno. O embrião é um ser tão distinto da mãe que, para manter-se vivo dentro do útero, necessita emitir substâncias apropriadas pelo organismo da hospedeira como o objetivo de expulsá- lo como corpo estranho.

Conseqüências do Aborto


Após o abortamento, mesmo quando acobertado pela legislação humana, o Espírito rejeitado pode voltar-se contra a mãe e todos aqueles que se envolveram na interrupção da gravidez. Daí dizer Emmanuel (Vida e
Sexo, psicografado por Francisco C. Xavier, cap. 17, ed. FEB)
: "Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos fornecedores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões".
Mulher e homem acumpliciados nas ocorrências do aborto criminoso desajustam as energias psicossomáticas com intenso desequilíbrio, sobretudo, do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que surgirão a tempo certo, o que ocorre não só porque o remorso se lhes estranha no ser mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero, de revolta e vingança dos Espíritos que a lei lhes reservava para filhos.
Por isso compreendem-se as patologias que poderão emergir no corpo físico, especialmente na área reprodutora, como o desaguar das energias perispirituais desestruturadas, convidando o protagonista do aborto a rearmonizar-se com a própria consciência.
No Reajuste

Ante a queda moral pela prática do aborto não se busca condenar ninguém. O que se pretende é evitar a execução de um grave erro, de conseqüências nefastas, tanto individual como socialmente, como também sua legalização. Como asseverou Jesus: "Eu também não te condeno; vai e não tornes a pecar." (João, 8:11.)
A proposta de recuperação e reajuste que o Espiritismo oferece é de abandonar o culto ao remorso imobilizador, a culpa autodestrutiva e a ilusória busca de amparo na legislação humana, procurando a reparação, mediante reelaboração do conteúdo traumático e novo direcionamento na ação comportamental, o que promoverá a liberação da consciência, através do trabalho no bem, da prática da caridade e da dedicação ao próximo necessitado, capazes de edificar a vida em todas as suas dimensões.
Proteger e dignificar a vida, seja do embrião, seja da mulher, é compromisso de todos os que despertaram para a compreensão maior da existência do ser.
Agindo assim, evitam-se todas as conseqüências infelizes que o aborto desencadeia, mesmo acobertado por uma legalização ilusória. "O amor cobre a multidão de pecados", nos ensina o apóstolo Pedro (I Epístola, 4:8).

II – Considerações Legais e Jurídicas
Alteração do Código Penal
Tramita no Congresso Nacional Projeto de Lei que altera o Código Penal Brasileiro, nos seus artigos 124 a 128, elaborado por uma comissão especialmente criada com esse fim, e que já recebeu a acolhida do Ministério da Justiça e da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.
O Código vigente, Decreto-Lei 2.848, de 7-12-1940, pune o aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento (art. 124), o aborto provocado por terceiro (art. 125), o aborto provocado com o consentimento da gestante (art. 126), e prevê formas qualificadas em caso de superveniência de lesões graves ou morte da gestante (art. 127). No art. 128, expressa não ser punível o aborto praticado por médico: "(...) II – Se a gravidez resultante de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal", além, claro, daquele autorizado para salvar a vida da gestante (inciso I).
O anteprojeto de alteração do Código Penal Brasileiro vai além, em especial no seu artigo 128, com a ampliação de sua área de abrangência, ou seja, permitindo a prática do aborto: a) não só quando houver perigo de vida à gestante, mas também para, em caráter amplo, "preservar a saúde" da mulher (inciso I), ou b) não só em razão da gravidez originada de estupro, mas também quando a gravidez for resultado da "violação da liberdade sexual ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida" (inciso II) e c) quando houver fundada probabilidade de o nascituro apresentar graves e irreversíveis anomalias físicas ou mentais, mediante constatação e atestado afirmado por dois médicos (inciso III).
Dada a gravidade da questão, eis que as alterações propostas ampliam a descriminalização do aborto e implicam o poder de decidir sobre a vida de um ser humano já existente e em desenvolvimento no ventre materno, oferecendo à gestante inúmeras alternativas legais, não há como permanecer em silêncio, sob a pena de conivência com um possível procedimento que, frontalmente, fere o direito à vida, cuja inviolabilidade tem garantia constitucional. À vista dessas propostas, é necessário que se dê ênfase à responsabilidade assumida por todos quantos participem da perpetração do ato criminoso, desde a atividade legislativa e sua promulgação, convertendo em lei o leque abrangente da prática do abortamento, até quem o autoriza, com ele consente e o executa.
Vale notar que existem outros projetos de lei no Congresso sob o mesmo enfoque e, recentemente, o Sr. Ministro da Saúde, através de Norma Técnica, procurou antecipar a prática de procedimentos abortivos no sistema SUS.

O Direito À Vida


O direito à vida é amplo, irrestrito, sagrado em si e consagrado mundialmente. No que tange ao direito brasileiro, a "inviolabilidade do direito à vida" acha-se prevista na Constituição Federal (artigo 5º "caput"), o primeiro entre os direitos individuais, quando essa lei básica, com ênfase, dispõe sobre os direitos e garantias fundamentais.
O ser humano, como sujeito de direito no ordenamento jurídico brasileiro, existe desde a sua concepção, ainda no ventre materno. Essa afirmativa é válida porque a ciência e a prática médica, hoje, não têm dúvida alguma de que a criança existe desde quando fecundado o óvulo pelo espermatozóide, iniciando-se, aí, o seu desenvolvimento físico. Tanto correta é essa afirmativa que, no ordenamento jurídico brasileiro, há a previsão legal de que "a personalidade civil do homem começa pelo nascimento com vida, mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro" (artigo 4º do Código Civil – grifou-se). Entre esses direitos está, além daqueles que ostentem caráter meramente econômico ou financeiro, o primeiro e o mais importante deles, vale dizer, o direito à vida.
Surge, aqui, uma conclusão: a de que a determinação de respeito aos direitos do nascituro acentua a necessidade legal, ética e moral de existir maior e quase absoluta limitação da prática do abortamento.
Uma exceção, apenas, há: quando for constado, efetivamente, risco de vida à gestante.
Essa limitação quase absoluta da permissibilidade do abortamento, com a exclusão da responsabilidade tão-somente no caso do inciso I do artigo 128 do atual Código Penal (risco de vida à gestante), afasta, moralmente, a possibilidade do abortamento em virtude do estupro (constrangimento da mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça), embora permitido no inciso II do dispositivo legal em tela. Isso porque, analisando-se o fato à luz da razão e deixando de lado, por ora, os reflexos do ato, na gestante, estar-se-ia executando autêntica pena de morte em um ser inocente, condenado sem que tivesse praticado qualquer crime e – o que se afigura pior e cruel -, sem que se lhe facultasse o direito de defender-se, direito esse conferido,legalmente e com justiça, até àqueles acusados dos crimes os mais hediondos.
Eis a razão do grito de repúdio ás propostas de alteração do Código Penal pátrio e, conseqüentemente, do alerta em defesa da vida, já que, no caso do abortamento, o destinatário do direito a ela se acha impossibilitado de exercê-lo. E mais: penalizam-se duas vítimas, a mãe que se submeterá ao abortamento, cuja prática pode gerar conseqüências físicas indesejáveis, além das de ordem psicológica, e o filho, cuja vida é interrompida, enquanto que o agressor, muitas vezes, remanesce impune, dadas as dificuldades que ocorrem, geralmente, na apuração da autoria do crime cometido.
Diante dessa situação, deve ser preservada a vida da criança como dádiva divina que é não obstante as circunstâncias que envolveram a sua concepção. Se, contudo, a mãe não se sentir com estrutura psicológica para aceitar um filho resultante de um ato sexual indesejado, a atitude que se afigura correta e justa é que se promova sua adoção por outrem, oferecendo-se a ele um lar onde possa ser criado e educado, enquanto é desenvolvido trabalho para reequilíbrio da mãe, com a superação (ainda que lenta e dolorosamente, mas saudável para seu crescimento moral, social e espiritual) dos efeitos nocivos do crime de que foi vítima. Não será, evidentemente, o sacrifício de um ser sem culpa, que desabrocha para a vida, que resolverá eventuais traumas da infeliz mãe, sem falar na possibilidade de sofrer ela as conseqüências físicas e psicológicas já referidas, além do reflexo negativo de natureza espiritual.
Há necessidade urgente de que se tenha consciência do crime que se pratica quando se interrompe o curso da vida de um ser. Não importa se, como no caso, esse curso esteja em sua fase inicial. Não se pode, conscientemente, acobertá-lo com o manto de questionável "legalidade".
Cabe a cada um de nós amar a vida e dignificá-la, tanto quanto cabe aos homens públicos e, principalmente, aos legisladores e governantes criar as condições necessárias para que o respeito à vida e aos direitos humanos (inclusive do nascituro), a solidariedade e a ajuda recíproca sejam não só enunciados, mas praticados efetivamente, certos, todos, de que, independentemente da convicção religiosa ou doutrinária de cada um, não há dúvida de que somos seres criados por Deus, cujas Leis, entre elas, a maior, a Lei do Amor, regem nossos destinos.
Espera-se que, como resultado deste alerta que o quadro social está a sugerir, possa ser vislumbrada a gravidade contida nas alterações legislativas propostas. É urgente e necessário que todas as
consciências responsáveis visualizem, compreendam e valorizem o cerne do problema em questão – o direito à vida -, somando-se, em conseqüência, àqueles muitos que, em todos os segmentos da sociedade, o defendem intransigentemente.
A análise e as conclusões aqui expostas, como decorrência lógica do pensamento espírita-cristão sobre o aborto, representam contribuição à ética, à moral e ao direito do ser humano à vida. Não há, no contexto desta mensagem, a pretensão de que todos que a lerem aceitem os princípios do Espiritismo. Espera-se, todavia, confiantemente, que haja maior reflexão sobre tão importante assunto, notadamente ante a observação de que conquistas científicas e médicas atuais, comprovando de forma irrefutável a existência de um ser desde a concepção com direito à vida, oferecem esclarecimentos e razões que orientam para que se evite qualquer ação, cujo significado leve à agressão à vida do ser em formação no útero materno. Afigura-se, assim, de suma importância qualquer manifestação de repúdio aos propósitos da alteração legislativa referida. Esse o objetivo desta mensagem.
Enquanto nós, os homens, cidadãos e governantes, não aprendermos a demonstrar amor sincero e acolhimento digno aos seres que, de forma inocente e pura, buscam integrar o quadro social da Humanidade, construindo, com este gesto de amor, desde o início, as bases de um relacionamento realmente fraternal, não há como se pretender a criação de um ambiente de paz e solidariedade tão ansiosamente esperado em nosso mundo.
Não há como se pretender que crianças, jovens e adultos não sejam agressivos, se nós os ensinamos com o nosso comportamento, logo de início, e até legalmente, a serem tratados com desamor e com violência.

Amor à Vida! Aborto, não!


(Este texto – O aborto na visão espírita – aprovado pelo Conselho Federativo Nacional em sua Reunião Ordinária de 13 a 15 de novembro de 1999, em Brasília, constitui o documento que a FEB está levando, como esclarecimento, à consideração das autoridades do Governo Federal, do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. As Entidades Federativas estaduais, por sua vez, realizam o mesmo trabalho junto aos Governadores, Deputados Estaduais, Prefeitos, Vereadores, outras autoridades e ao público em geral, em seus Estados.)
Fonte: Revista Reformador, Nº 2051, Fevereiro de 2000 (pág. 60-63)
http://www.sistemas.febnet.org.br/acervo/revistas/2000/WebSearch/page.php?pagina=33

Deus: Pai de Infinita Justiça e Misericórdia Espiritismo HD Nazareno Feitosa 2017 RN



Palestra Deus Pai de Infinita Justiça e Misericórdia Espiritismo HD Nazareno Feitosa no RN, 2017. Se o vídeo pode ser útil, comente, curta e compartilhe em suas redes sociais: https://youtu.be/PEvUNSyi4Ls SITE: www.nazarenofeitosa.com.br. ​​FACEBOOK: ​https://goo.gl/DMaewt. Acompanhe os vídeos de nosso canal. Inscreva-se gratuitamente em: www.youtube.com/nazarenofeitosa

Céu e Inferno: Estados de Consciência? Salvação e Mundo Espiritual 1/2 Espiritismo



Seminário O Céu e o Inferno: Estados de Consciência? Salvação e o Mundo Espiritual parte 1/2 Espiritismo HD Nazareno Feitosa 2017 no RN, 2017. Se o vídeo pode ser útil, comente, curta e compartilhe em suas redes sociais: https://youtu.be/EIB2o-aAfx0 SITE: www.nazarenofeitosa.com.br. ​​FACEBOOK: ​https://goo.gl/DMaewt. Acompanhe os vídeos de nosso canal. Inscreva-se gratuitamente em: www.youtube.com/nazarenofeitosa

A Paz em Família Dificuldades da Convivência Educação dos Filhos HD Nazareno Feitosa



Palestra A Paz em Família, Dificuldades da Convivência, Educação dos Filhos Espiritismo HD com Nazareno Feitosa 2017 MT. Se o vídeo pode ser útil, comente, "curta" no Youtube e compartilhe em suas redes sociais: https://youtu.be/z2s86dYjZU4 SITE: www.nazarenofeitosa.com.br. ​​FACEBOOK: ​https://goo.gl/DMaewt. Acompanhe os vídeos de nosso canal. Inscreva-se gratuitamente em: www.youtube.com/nazarenofeitosa

Legalização do Aborto: Algumas Reflexões Importantes

Legalização do Aborto: Algumas Reflexões Importantes https://goo.gl/qoindf

1º Proibir o estupro e a corrupção não tem impedido esses crimes no Brasil (em outros países, sim). Deveremos legalizar o estupro e a corrupção?

2º Proibir coíbe sim o ilícito: é uma regra do direito penal. O problema do Brasil é a impunidade. Se fossem presas (ninguém é preso por aborto, mesmo condenado, porque a pena é baixa), o nº seria infinitamente menor! Se as clínicas clandestinas fossem fechadas também! Milhares de mulheres evitariam o sofrimento da SPA - Síndrome Pós-Aborto e bebês indefesos não seriam assassinados.

3º No Brasil não há pena de morte, porque os bebês indefesos deveriam ser assassinados? Estado laico não quer dizer ateu, nem abortista. Nem anarquista, que não tenha leis e que se permita tudo, até matar crianças.

4º Os pró-vida não estamos impondo nada. A mulher tem a opção de engravidar ou não. Liberar o aborto aumentaria ainda o índice de doenças sexualmente transmissíveis, pois muitos deixariam de usar preservativos.

5º Uma pesquisa divulgada há alguns meses não é do IBGE, mas uma estimativa (não existe censo de aborto) capitaneada por uma feminista pró-legalização com o apoio de uma fundação internacional abortista.


6º Respeitar o livre-arbítrio não é ser conivente com o erro. Acolhemos os equivocados, mas esclareceremos e seremos sempre contra o crime.

***

Caros amigos, notícias tendenciosas e equivocadas sobre a PEC 181/2015, a PEC da Vida, aprovada ontem 8/nov/17, na Comissão Especial da Câmara por 18 votos a 1, estão sendo divulgadas pelos defensores da legalização do aborto. Constituições anteriores do Brasil, inclusive a atual, defendem a vida desde a concepção, bem como o Código Penal. Entretanto, admitem o aborto nos casos de estupro e risco de morte p/a mãe. Isto continuará exatamente como está hoje. Dizer o contrário é ignorância jurídica ou MÁ-FÉ.

Entretanto, alguns ministros do STF, "o guardião da Constituição", MODIFICAM a CF, MUDANDO a interpretação do direito à vida, permitindo a morte de bebês até o 3º mês de gestação, nunca aceita pelos criadores do CP e das CFs. Foi p/isto que veio o substitutivo da PEC 181/15: dizer o óbvio! E impedir a usurpação da função legislativa do CN pelo STF.

Sejamos honestos! Se querem o aborto desde a concepção, que os LEGISLADORES modifiquem a CF e o Código Penal e não o STF, que não tem competência constitucional para legislar!

SIM à Vida! NÃO à morte de bebês e NÃO às possíveis graves consequências psiquiátricas, psicológicas e orgânicas para as mulheres!

Esta notícia, sim, está correta, inclusive juridicamente. Compartilhemos! https://goo.gl/uvDTnY

Assista à palestra "Legalização do Aborto: Questão de Saúde Pública. Direitos Humanos e Direitos Reprodutivos. Ativismo Judicial. Mitos e Verdades" HD com Nazareno Feitosa em Brasília, 22/maio/2017: https://youtu.be/gai2AslTODI LEGALIZAÇÃO do aborto? Nazareno Feitosa já foi a favor. Depois de anos de pesquisa, apresenta vários argumentos desconhecidos do público.  Compartilhe esse vídeo. As mulheres têm que ter direito à informação!


Sobre a verdade dos números pós legalização do aborto Dra. Isabela Mantovani: https://youtu.be/gpO7bujUjgA


Sobre Ativismo Judicial (usurpação da competência do Poder Legislativo pelo STF): https://youtu.be/NQKWfnbGXwk

Conheça os vários benefícios da maternidade. Palestra Um Anjo Chamado Mãe: http://youtu.be/nUCjBpzouUc

Chico Xavier é contrário à LEGALIZAÇÃO do Aborto: https://goo.gl/nH3kLn

A vida de crianças indefesas e a saúde e a felicidade das mãezinhas depende de cada um de nós. Participe! Divulgue! Colabore! Saiba como ajudar mais em http://www.brasilsemaborto.org

Lei ao artigo Legalização do Aborto: Mitos e Verdades. O que Não Dizem a você em: https://goo.gl/rbTI44

Assista a estes vídeos: 




LEGALIZAÇÃO DO ABORTO: VERDADES E MITOS
Nazareno Feitosa

MITO 1: MILHARES DE MULHERES MORREM POR ABORTO CLANDESTINO NO BRASIL. Não é verdade. Dados oficiais do DATASUS informam que o número total de óbitos anuais por todos os tipos de aborto e não só clandestinos é de cerca de 80. A Dra. Marli Virgínia, ginecologista do GDF elaborou pesquisa demonstrando que no ano de 2006 foram somente 12 mortes em todo o Brasil. Se fosse verdade o número divulgado, todos nós teríamos alguém que faleceu por aborto clandestino em nossas famílias. Há mulheres que já fizeram onze abortos e ainda gozam de saúde.
MITO 2: OCORREM MILHÕES DE ABORTOS NO BRASIL. O número das estimativas (não há estatísticas sobre aborto) tem sido super-estimado pelos abortistas, conforme declaração do Dr. Bernard Nathanson, ex-abortista, que confessou que eles multiplicam por 10, 100, etc. o número de abortos e de mortes para conseguirem a legalização (Fonte: Livro América que Aborta).
MITO 3: O ABORTO É A SOLUÇÃO. O aborto, além de matar crianças, somente prejudica a mulher. Provoca aumentos dos problemas orgânicos, psicológicos e psiquiátricos nas mulheres, como: ORGÂNICOS: Hemorragia, perfuração do útero, infecção, sepse (infecção generalizada), morte (Tratado de Ginecologia - Williams/Hoffman). Pesquisas sugerem que aumenta os índices de: câncer de mama, de útero, de ovário, gravidez ectópica, abortos espontâneos, partos prematuros, síndrome de Asherman, complicações tardias, frigidez, esterilidade. Ademais, engravidar e amamentar são processos que reduzem muito o risco de câncer de mama. PSICOLÓGICOS: Síndrome Pós-Aborto (PSA), queda na autoestima, sentimento de culpa, frustração do instinto materno. PSIQUIÁTRICOS: Ansiedade generalizada, neuroses diversas, síndrome do pânico, depressão profunda, dependência química, alcoolismo, suicídio, etc. (**)
MITO 4: A MULHER TEM O DIREITO DE ESCOLHA. Estudos demonstram que em quase 80% dos casos, a mulher é influenciada ou obrigada a fazer o aborto pelo parceiro, pais, família, ou seja, ela não é livre para decidir se aborta ou não. Depois que a criança nasce, a família e os avós passam a adorá-la, especialmente a mãe. Em verdade, ela tem opção sim: pode escolher engravidar ou não, há dezenas de métodos contraceptivos. Depois de gerar um bebê, ela não pode matá-lo, pois o corpo dele não lhe pertence.
MITO 5: DEVEMOS LEGALIZAR O ABORTO PELO SUS. O Sistema de Saúde só consegue atender uma parcela mínima de pessoas. Hoje, crianças morrem ou ficam com sequelas por falta de leitos para nascer! Como obrigar o SUS  e os contribuintes a pagar pela morte de crianças inocentes?
MITO 6: O ABORTO DIMINUI AS MORTES MATERNAS. O que mais tem dado resultado na redução de óbitos maternos é melhorar a assistência no pré-natal, parto e puerpério (v. Chile) (***) A Índia, onde o aborto é legalizado, tem a maior mortalidade materna do mundo!
MITO 7: LEGALIZAR O ABORTO DIMINUI A PRÁTICA. Após legalizado, em todos os países pesquisados o número de aborto aumentou assustadoramente (quando não aumentou tanto é porque a estimativa era mentirosa). Mesmo com o aborto em clínicas, ainda ocorrem mortes (v. filme Bloody Money, no Youtube) e com o aumento do número de abortamentos, o número absoluto de mortes fica semelhante ao anterior. No Uruguai, os abortistas divulgavam mais de 30.000 abortos por ano. Após a legalização, viu-se que não passavam de 4.000. (***) Onde caiu é porque eles não contabilizam o uso da pílula do dia seguinte (normalmente abortiva, que explodiu nos últimos anos) e os abortos com medicamentos. Veja o vídeo da pesquisa da Dra. Isabela Mantovani.

MITO 8: A PÍLULA DO DIA SEGUINTE NÃO É ABORTIVA. A fecundação ocorre algumas horas após o ato sexual. Após esse período, a PDS impede a fixação do blastocisto (futuro bebê) nas paredes do útero, impedindo a nidação e não a fecundação. Portanto, se tomada após algumas horas, provoca ABORTO, além de ser uma “bomba de hormônios”, tal a quantidade que carrega.
MITO 9: É BOM DIMINUIR A TAXA DE NATALIDADE. No Brasil, a taxa de natalidade despencou nas últimas décadas. Pesquisas demonstram que, com os números atuais, por volta de 2.050, cerca de 30% da população brasileira estará idosa e não haverá adultos e jovens para manter a previdência social. Não é bom para um país perder a sua força de trabalho e inviabilizar a previdência.
MITO 10: O ABORTO DE ANENCÉFALOS PRESERVA A SAÚDE DA MULHER. O trauma do aborto e o “luto retido, não vivenciado” é mais grave do que manter a gestação. Se a criança já vai morrer, por que matá-la, oferecendo riscos e sequelas para a mãe?
MITO 11: É NECESSÁRIO ABORTAR PARA SALVAR A VIDA DA MÃE. Atualmente, em razão do avanço tecnológico, o caso de ter que matar a criança para salvar a vida da mãe é raríssimo. Se necessária a antecipação do parto, muitas crianças sobrevivem, após cerca de cinco meses de gestação, com o auxílio da UTI neonatal.
MITO 12: GESTAR UMA CRIANÇA DEFICIENTE FÍSICA OU MENTAL PREJUDICA A MÃE. Em verdade, estudos demonstram que o trauma provocado pelo aborto é muito mais danoso que a manutenção da gravidez. E a frustração pela notícia de ter um filho deficiente já aconteceu. Matá-las é provocar eugenia, como fez Adolf Hitler. Estudos demonstram que o trauma do aborto é mais grave do que o trauma da violência sexual e somente agrava o sofrimento da mulher, que pode gestar a criança e encaminhá-la para os casais que sonham com a possibilidade de adotar um bebê.

MITO 13: ADOLESCENTES POBRES É QUE MORREM POR ABORTO. Estudo elaborado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), destruiu o estereótipo de que abortar é um método usado por adolescentes para interromper uma primeira gravidez fruto de uma relação passageira e inconsequente. A grande maioria das mulheres que abortam têm entre 20 e 29 anos, trabalha, tem um parceiro estável e pelo menos um filho. Ou seja, o aborto é utilizado como " método contraceptivo" (que não é).(****)

MITO 14: Proibir não tem impedido a prática do aborto. Verdade. Proibir o estupro e a corrupção também não tem impedido sua prática. Devemos legalizar o estupro e a corrupção também? Se as mulheres tivessem o direito à informação, houvesse fiscalização, fechamento de clínicas e prisão dos responsáveis, se as mulheres tivessem medo de serem condenadas e presas (atualmente, praticamente não há ação da polícia e não vão para a cadeia, porque a pena é pequena), aí sim, poderíamos reduzir drasticamente a morte de crianças indefesas e os graves prejuízos orgânicos e psiquiátricos para as mulheres. Proibir coíbe sim. Isto é uma regra do Direito Penal. Imagine a cena absurda: "Ah! Como legalizaram, então não vou abortar!"


SOLUÇÕES PARA A VIDA E SAÚDE DAS MULHERES E BEBÊS:
a)      Aprovar o Estatuto do Nascituro, que, na verdade, é também o Estatuto da Mulher Gestante, protegendo-a, auxiliando financeiramente e apoiando as mães carentes.

b)      Aprovar a PEC 181/2015, a PEC da Vida, que inclui "desde a concepção", que não altera o Código Penal (CFs anteriores defendiam a vida desde a concepção, bem como o Cód. Penal). Mas impede que o STF usurpe a competência do Legislativo de legislar positivamente, como já fez no casos dos bebês deficientes físicos e mentas com anencefalia.
c)      Responsabilizar o parceiro, bem como os violentadores, que além da punição, devem contribuir com a manutenção financeira da criança. Exigir boletim de ocorrência e apuração dos crimes de estupro.
d)      Acolher as mães em condição de risco social e psicológico, auxiliando-a em suas necessidades.
e)      Melhorar o atendimento público do pré-natal às gestantes, cuidados básicos, ampliar a quantidade de leitos em maternidades, ISTO SIM, TEM REDUZIDO A MORTALIDADE MATERNA, como no Chile. Ampliar a “Rede Cegonha”, que tem demonstrado excelentes resultados. A Índia, onde o aborto é legalizado, tem a maior mortalidade materna do mundo!
f)       Conscientizar a população sobre os métodos contraceptivos saudáveis, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e divulgar amplamente as várias consequências orgânicas, psicológicas e psiquiátricas negativas que o aborto pode trazer para as mulheres. As mulheres têm que ter direito à informação!

g)      E, o mais importante, desmascarar esse método de propaganda estilo nazista de repetir-se uma mentira mil vezes até que ela passe por verdade, afirmando-se que morrem milhares de mulheres por aborto clandestino no Brasil.

* O autor é conferencista, pesquisador e ativista do MOVIDA – Movimento em Defesa da Vida e colaborador do Movimento Brasil Sem Aborto. www.nazarenofeitosa.com.br

** FONTE: Priscilla K. Coleman in Abortion and mental health: quantitative synthesis and analysis of research published 1995 -2009 British Journal of Psychiatry 2011, 199:180-186. 01/09/2011; Patrick Carrol in Journal of American Physicians and Surgeon; Dr. Joel Brind, diretor do Instituto de Prevenção do Câncer de Mama em Nova Iorque; Livro Breast Cancer, do Dr. Chris Kahlenborn; Karen Malec, Presidente da Coalition Abortion/Breast Cancer; David Fergusson in Journal of Child Psychiatry and Psychology); Royal College of Psychiatrists.

*** FONTE: Dra. Isabela Mantovani in audiência pública da SUG 15/2014 do Senado, 05/05/2015.

**** FONTE: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83220-6014-518,00-QUEM%2BE%2BA%2BMULHER%2BQUE%2BABORTA.html

Permitida a reprodução total ou parcial: https://goo.gl/qoindf


Assista em vídeo: https://youtu.be/gai2AslTODI

Legalização do Aborto Questão de Saúde Pública Direitos Reprodutivos Ativismo Judicial Nazareno Feitosa



Palestra "Legalização do Aborto: Questão de Saúde Pública. Direitos Humanos e Direitos Reprodutivos. Ativismo Judicial. Mitos e Verdades" HD com Nazareno Feitosa em Brasília, 22/maio/2017.  LEGALIZAÇÃO do aborto? Nazareno Feitosa já foi a favor. Depois de anos de pesquisa, apresenta vários argumentos desconhecidos do público. Confira: https://youtu.be/-7FKvqDaOS8 Compartilhe esse vídeo. As mulheres devem ter direito à informação!

Sobre a verdade dos números assista à Dra. Isabela Mantovani: https://youtu.be/gpO7bujUjgA

Sobre Ativismo Judicial (usurpação da competência do Poder Legislativo pelo STF), assista aos Drs. Elival da Silva Ramos, Prof. de D. Constitucional da USP e Dr. José Levi Mello do Amaral Junior, Secretário Executivo do Ministério da Justiça: https://youtu.be/NQKWfnbGXwk

Conheça os vários benefícios da maternidade. Palestra Um Anjo Chamado Mãe: http://youtu.be/nUCjBpzouUc

Chico Xavier é contrário à LEGALIZAÇÃO do Aborto: https://goo.gl/nH3kLn

A vida de crianças indefesas e a saúde e a felicidade das mãezinhas depende de cada um de nós. Participe! Divulgue! Colabore! Saiba como ajudar mais em http://www.brasilsemaborto.org

Lei ao artigo Legalização do Aborto: Mitos e Verdades. O que Não Dizem a você em: https://goo.gl/rbTI44

Assista a estes vídeos:

https://youtu.be/gai2AslTODI

https://youtu.be/gpO7bujUjgA

http://youtu.be/nUCjBpzouUc

LEGALIZAÇÃO DO ABORTO: VERDADES E MITOS

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO: 

1º No Brasil não há pena de morte, porque os bebês indefesos deveriam ser assassinados? Estado laico não quer dizer ateu, nem abortista. Nem anarquista, que não tenha leis e que se permita tudo, até matar crianças.


2º Não estamos impondo nada. A mulher tem a opção de engravidar ou não. Liberar o aborto aumentaria ainda o índice de doenças sexualmente transmissíveis, pois muitos deixariam de usar preservativos.

3º Uma pesquisa mais recente divulgada não é do IBGE, mas uma estimativa (não existe censo de aborto) capitaneada por uma feminista pró-legalização com o apoio de uma fundação internacional abortista.

4º Proibir coíbe sim o ilícito: é uma regra do direito penal. O problema do Brasil é a impunidade. Se fossem presas (ninguém é preso por aborto, mesmo condenado, porque a pena é baixa), o nº seria infinitamente menor! Se as clínicas clandestinas fossem fechadas também! Milhares de mulheres evitariam a grave SPA - Síndrome Pós-Aborto e bebês indefesos não seriam assassinados.

5º Respeitar o livre-arbítrio não é ser conivente com o erro. Acolhemos os equivocados, mas esclareceremos e seremos sempre contra o crime.


Caros amigos, notícias tendenciosas e equivocadas sobre a PEC 181/2015, a PEC da Vida, aprovada ontem 8/nov/17, na Comissão Especial da Câmara por 18 votos a 1, estão sendo divulgadas pelos defensores da legalização do aborto. Constituições anteriores do Brasil, inclusive a atual, defendem a vida desde a concepção, bem como o Código Penal. Entretanto, admitem o aborto nos casos de estupro e risco de morte p/a mãe. Isto continuará exatamente como está hoje. Dizer o contrário é ignorância jurídica ou MÁ-FÉ.

Entretanto, alguns ministros do STF, "o guardião da Constituição", MODIFICAM a CF, MUDANDO a interpretação do direito à vida, permitindo a morte de bebês até o 3º mês de gestação, nunca aceita pelos criadores do CP e das CFs. Foi p/isto que veio o substitutivo da PEC 181/15: dizer o óbvio! E impedir a usurpação da função legislativa do CN pelo STF.

Sejamos honestos! Se querem o aborto desde a concepção, que os LEGISLADORES modifiquem a CF e o Código Penal e não o STF, que não tem competência constitucional para legislar!

SIM à Vida! NÃO à morte de bebês e NÃO às possíveis graves consequências psiquiátricas, psicológicas e orgânicas para as mulheres!

Esta notícia, sim, está correta, inclusive juridicamente. Compartilhemos! https://goo.gl/uvDTnY

Assista à palestra "Legalização do Aborto: Questão de Saúde Pública. Direitos Humanos e Direitos Reprodutivos. Ativismo Judicial. Mitos e Verdades" HD com Nazareno Feitosa em Brasília, 22/maio/2017: https://youtu.be/gai2AslTODI LEGALIZAÇÃO do aborto? Nazareno Feitosa já foi a favor. Depois de anos de pesquisa, apresenta vários argumentos desconhecidos do público.  Compartilhe esse vídeo. As mulheres tem que ter direito à informação!

Sobre a verdade dos números pós legalização do aborto Dra. Isabela Mantovani: https://youtu.be/gpO7bujUjgA

Sobre Ativismo Judicial (usurpação da competência do Poder Legislativo pelo STF): https://youtu.be/NQKWfnbGXwk

Conheça os vários benefícios da maternidade. Palestra Um Anjo Chamado Mãe: http://youtu.be/nUCjBpzouUc

Chico Xavier é contrário à LEGALIZAÇÃO do Aborto: https://goo.gl/nH3kLn

A vida de crianças indefesas e a saúde e a felicidade das mãezinhas depende de cada um de nós. Participe! Divulgue! Colabore! Saiba como ajudar mais em http://www.brasilsemaborto.org

Lei ao artigo Legalização do Aborto: Mitos e Verdades. O que Não Dizem a você em: https://goo.gl/rbTI44

Assista a estes vídeos: 





LEGALIZAÇÃO DO ABORTO: VERDADES E MITOS
Nazareno Feitosa
https://goo.gl/g9Tzkl


MITO 1: MILHARES DE MULHERES MORREM POR ABORTO CLANDESTINO NO BRASIL. Não é verdade. Dados oficiais do DATASUS informam que o número total de óbitos anuais por todos os tipos de aborto e não só clandestinos é de cerca de 80. A Dra. Marli Virgínia, ginecologista do GDF elaborou pesquisa demonstrando que no ano de 2006 foram somente 12 mortes em todo o Brasil. Se fosse verdade o número divulgado, todos nós teríamos alguém que faleceu por aborto clandestino em nossas famílias. Há mulheres que já fizeram onze abortos e ainda gozam de saúde.
MITO 2: OCORREM MILHÕES DE ABORTOS NO BRASIL. O número das estimativas (não há estatísticas sobre aborto) tem sido super-estimado pelos abortistas, conforme declaração do Dr. Bernard Nathanson, ex-abortista, que confessou que eles multiplicam por 10, 100, etc. o número de abortos e de mortes para conseguirem a legalização (Fonte: Livro América que Aborta).
MITO 3: O ABORTO É A SOLUÇÃO. O aborto, além de matar crianças, somente prejudica a mulher. Provoca aumentos dos problemas orgânicos, psicológicos e psiquiátricos nas mulheres, como: ORGÂNICOS: Hemorragia, perfuração do útero, infecção, sepse (infecção generalizada), morte (Tratado de Ginecologia - Williams/Hoffman). Pesquisas sugerem que aumenta os índices de: câncer de mama, de útero, de ovário, gravidez ectópica, abortos espontâneos, partos prematuros, síndrome de Asherman, complicações tardias, frigidez, esterilidade. Ademais, engravidar e amamentar são processos que reduzem muito o risco de câncer de mama. PSICOLÓGICOS: Síndrome Pós-Aborto (PSA), queda na autoestima, sentimento de culpa, frustração do instinto materno. PSIQUIÁTRICOS: Ansiedade generalizada, neuroses diversas, síndrome do pânico, depressão profunda, dependência química, alcoolismo, suicídio, etc. (**)
MITO 4: A MULHER TEM O DIREITO DE ESCOLHA. Estudos demonstram que em quase 80% dos casos, a mulher é influenciada ou obrigada a fazer o aborto pelo parceiro, pais, família, ou seja, ela não é livre para decidir se aborta ou não. Depois que a criança nasce, a família e os avós passam a adorá-la, especialmente a mãe. Em verdade, ela tem opção sim: pode escolher engravidar ou não, há dezenas de métodos contraceptivos. Depois de gerar um bebê, ela não pode matá-lo, pois o corpo dele não lhe pertence.
MITO 5: DEVEMOS LEGALIZAR O ABORTO PELO SUS. O Sistema de Saúde só consegue atender uma parcela mínima de pessoas. Hoje, crianças morrem ou ficam com sequelas por falta de leitos para nascer! Como obrigar o SUS  e os contribuintes a pagar pela morte de crianças inocentes?
MITO 6: O ABORTO DIMINUI AS MORTES MATERNAS. O que mais tem dado resultado na redução de óbitos maternos é melhorar a assistência no pré-natal, parto e puerpério (v. Chile) (***) A Índia, onde o aborto é legalizado, tem a maior mortalidade materna do mundo!
MITO 7: LEGALIZAR O ABORTO DIMINUI A PRÁTICA. Após legalizado, em todos os países pesquisados o número de aborto aumentou assustadoramente (quando não aumentou tanto é porque a estimativa era mentirosa). Mesmo com o aborto em clínicas, ainda ocorrem mortes (v. filme Bloody Money, no Youtube) e com o aumento do número de abortamentos, o número absoluto de mortes fica semelhante ao anterior. No Uruguai, os abortistas divulgavam mais de 30.000 abortos por ano. Após a legalização, viu-se que não passavam de 4.000. (***) Onde caiu é porque eles não contabilizam o uso da pílula do dia seguinte (normalmente abortiva, que explodiu nos últimos anos) e os abortos com medicamentos. Veja o vídeo da pesquisa da Dra. Isabela Mantovani.

MITO 8: A PÍLULA DO DIA SEGUINTE NÃO É ABORTIVA. A fecundação ocorre algumas horas após o ato sexual. Após esse período, a PDS impede a fixação do blastocisto (futuro bebê) nas paredes do útero, impedindo a nidação e não a fecundação. Portanto, se tomada após algumas horas, provoca ABORTO, além de ser uma “bomba de hormônios”, tal a quantidade que carrega.
MITO 9: É BOM DIMINUIR A TAXA DE NATALIDADE. No Brasil, a taxa de natalidade despencou nas últimas décadas. Pesquisas demonstram que, com os números atuais, por volta de 2.050, cerca de 30% da população brasileira estará idosa e não haverá adultos e jovens para manter a previdência social. Não é bom para um país perder a sua força de trabalho e inviabilizar a previdência.
MITO 10: O ABORTO DE ANENCÉFALOS PRESERVA A SAÚDE DA MULHER. O trauma do aborto e o “luto retido, não vivenciado” é mais grave do que manter a gestação. Se a criança já vai morrer, por que matá-la, oferecendo riscos e sequelas para a mãe?
MITO 11: É NECESSÁRIO ABORTAR PARA SALVAR A VIDA DA MÃE. Atualmente, em razão do avanço tecnológico, o caso de ter que matar a criança para salvar a vida da mãe é raríssimo. Se necessária a antecipação do parto, muitas crianças sobrevivem, após cerca de cinco meses de gestação, com o auxílio da UTI neonatal.
MITO 12: GESTAR UMA CRIANÇA DEFICIENTE FÍSICA OU MENTAL PREJUDICA A MÃE. Em verdade, estudos demonstram que o trauma provocado pelo aborto é muito mais danoso que a manutenção da gravidez. E a frustração pela notícia de ter um filho deficiente já aconteceu. Matá-las é provocar eugenia, como fez Adolf Hitler. Estudos demonstram que o trauma do aborto é mais grave do que o trauma da violência sexual e somente agrava o sofrimento da mulher, que pode gestar a criança e encaminhá-la para os casais que sonham com a possibilidade de adotar um bebê.

MITO 13: ADOLESCENTES POBRES É QUE MORREM POR ABORTO. Estudo elaborado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), destruiu o estereótipo de que abortar é um método usado por adolescentes para interromper uma primeira gravidez fruto de uma relação passageira e inconsequente. A grande maioria das mulheres que abortam têm entre 20 e 29 anos, trabalha, tem um parceiro estável e pelo menos um filho. Ou seja, o aborto é utilizado como " método contraceptivo" (que não é).(****)

MITO 14: Proibir não tem impedido a prática do aborto. Verdade. Proibir o estupro e a corrupção também não tem impedido sua prática. Devemos legalizar o estupro e a corrupção também? Se as mulheres tivessem o direito à informação, houvesse fiscalização, fechamento de clínicas e prisão dos responsáveis, se as mulheres tivessem medo de serem condenadas e presas (atualmente, praticamente não há ação da polícia e não vão para a cadeia, porque a pena é pequena), aí sim, poderíamos reduzir drasticamente a morte de crianças indefesas e os graves prejuízos orgânicos e psiquiátricos para as mulheres. Proibir coíbe sim. Isto é uma regra do Direito Penal. Imagine a cena absurda: "Ah! Como legalizaram, então não vou abortar!"


SOLUÇÕES PARA A VIDA E SAÚDE DAS MULHERES E BEBÊS:
a.      Aprovar o Estatuto do Nascituro, que, na verdade, é também o Estatuto da Mulher Gestante, protegendo-a, auxiliando financeiramente e apoiando as mães carentes;
b.      Responsabilizar o parceiro, bem como os violentadores, que além da punição, devem contribuir com a manutenção financeira da criança. Exigir boletim de ocorrência para apurar os casos de estupro;
c.       Acolher as mães em condição de risco social e psicológico, auxiliando-a em suas necessidades;
d.      Melhorar o atendimento público do pré-natal às gestantes, cuidados básicos, ampliar a quantidade de leitos em maternidades, ISTO SIM, TEM REDUZIDO A MORTALIDADE MATERNA, como no Chile. Ampliar a “Rede Cegonha”, que tem demonstrado excelentes resultados;
e.      E, o mais importante, desmascarar esse método de propaganda nazista de repetir-se uma mentira mil vezes até que ela passe por verdade, afirmando-se que morrem milhares de mulheres por aborto clandestino no Brasil; e
f.        Conscientizar a população sobre os métodos contraceptivos saudáveis, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e divulgar amplamente as várias consequências orgânicas, psicológicas e psiquiátricas negativas que o aborto pode trazer para as mulheres. As mulheres têm direito à informação!

 * O autor é conferencista, pesquisador e ativista do MOVIDA – Movimento em Defesa da Vida e colaborador do Movimento Brasil Sem Aborto. www.nazarenofeitosa.com.br

** FONTE: Priscilla K. Coleman in Abortion and mental health: quantitative synthesis and analysis of research published 1995 -2009 British Journal of Psychiatry 2011, 199:180-186. 01/09/2011; Patrick Carrol in Journal of American Physicians and Surgeon; Dr. Joel Brind, diretor do Instituto de Prevenção do Câncer de Mama em Nova Iorque; Livro Breast Cancer, do Dr. Chris Kahlenborn; Karen Malec, Presidente da Coalition Abortion/Breast Cancer; David Fergusson in Journal of Child Psychiatry and Psychology); Royal College of Psychiatrists.

*** FONTE: Dra. Isabela Mantovani in audiência pública da SUG 15/2014 do Senado, 05/05/2015.

**** FONTE: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG83220-6014-518,00-QUEM%2BE%2BA%2BMULHER%2BQUE%2BABORTA.html

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Assista em vídeo: https://youtu.be/7tbaD2rVEQM